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Irmã Floralba

De uma família provada e rica de fé

Primogênita dos filhos de Giuseppe Rondi e Maria Spina, nasce em Pedrengo no ano de 1924, é batizada com o nome de Rosina. Cresce em um clima de valores não ditos, mas vividos na laboriosidade e simplicidade, no sacrifício e na partilha. A oração articula o ritmo do dia: o despertar cedo para a primeira missa do dia às 5h30min; a tarde é para cuidar dos irmãozinhos. Quando tem qualquer momento de liberdade é com as amigas na casa das Irmãs dos Pobres. É jovem sensível, ajuizada e serena. Ama a oração e é feliz em  fazer alguma coisa de bom e bonito para os outros.

Aos 15 anos, Rosina encontra trabalho na fábrica. Uma graça, em tempos difíceis, às vésperas da Segunda Guerra Mundial. A experiência de trabalho duro porém, pouquíssimos meses. Em julho do corrente ano, Maria Spina, a mãe, morre aos 41 anos, depois de ter dado à luz a pequena Maria. Rosina, se licencia do trabalho para assumir os cuidados da casa, da recém-nascida e dos seis irmãos. O desejo de tornar-se consagrada pode esperar. Mas naquela espera, vive a essência mais verdadeira da vocação, porque a possui verdadeiramente só quem se doa. No ano seguinte, o pai Giuseppe se casa com Teresa Benis: é uma escolha feliz para todos e a família cresce com Matilde e Rosana. Teresa não é uma madrasta, mas uma mãe para todos e para Rosina é também uma pessoa de confiança: a ela confia o sonho de tornar-se missionária e recebe apoio e ajuda para superar as resistências do pai.

Ainda não tem 20 anos, quando deixa a sua casa e inicia a formação na Congregação das Irmãs dos Pobres. No final do primeiro ano de noviciado, recebe o nome significativo de irmã Floralba: uma flor oferecida ao Senhor ao raiar de um novo dia. No dia 31 de outubro de 1948 se consagra a Deus e é logo enviada para Brescia, onde em 1950 recebe o diploma de enfermeira padrão e habilitação para funções diretivas no âmbito da saúde. Próprio naquele ano, as Irmãs dos Pobres se abrem à missão ad gentes e irmã Floralba foi escolhida entre as pioneiras da missão no Congo.

Sua primeira missão é na cidade de KIKWIT. No hospital ela revela o seu coração acolhedor para cada pessoa, segundo o ensinamento do Fundador: “Não palavras vãs, ternas expressões, gentilezas supérfluas, mas pão, vinho, fogo, abrigo, justos conselhos e ajudas oportunas.”

Depois de 25 anos em Kikwit, se abre para irmã Floralba um caminho novo. A Providência a quer em Kingasani, a grande missão do populoso povoado da periferia de Kinshasa. Muda a região, mas a pobreza é sempre a mesma. Uma multidão de pobres e doentes que desde o amanhecer até o anoitecer, procuram o “dispensário” (pronto atendimento). Irmã Floralba vê e provê. Abre também a acolhida noturna para os doentes. Aos poucos transforma o “dispensário” em um pequeno hospital de emergência. Ela é forte e decidida. Chega até mesmo a procurar Mobutu, o presidente, pedindo ajuda para suprir as necessidades mais urgentes do hospital. Escreve aos familiares, amigos e conhecidos; torna conhecida a pobreza e o sofrimento, os envolvendo na solidariedade.

A missão de Irma Floralba continua no Hospital de Mosango e sucessivamente  de novo  em Kikwit. E será próprio aqui, no Hospital onde iniciou seu caminho missionário que encontrará a última provação. No dia 12 de abril de 1995, quarta-feira Santa, irmã Floralba, intervém no centro cirúrgico como sempre; atende um homem com muita dor, perdendo muito sangue. Poucos dias depois, ela começa a sentir um mal estar geral: febre muito alta, complicações crescentes, preocupantes, incompreensíveis.

Os médicos acreditam ser malária cerebral ou tifo petequial, ou então febre vermelha, sintomas semelhantes apresentados também por outros doentes falecidos nos últimos meses. As condições da sua saúde pioram. Ela continua a preocupar-se com os outros doentes e mesmo delirando pela febre alta não para de dar instruções aos enfermeiros. Com a intenção de tratá-la melhor, é transferida ao hospital de Mosango, mas em poucos dias o vírus a destrói. Morre assistida e cuidada pelas irmãs que se alternam à cabeceira do seu leito. Jamais uma lamentação.

Recebeu a Unção dos Enfermos, concluída com o canto do Magnificat. Teve ainda a força de elogiar as jovens irmãs zairenses dizendo: Vocês cantaram muito bem!

Decreto de beatificação e canonização da serva de Deus Irmã Floralba:

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